quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Clédjanny 📿 | VEXAME! Clédjanny tem segredo revelado em festa e é humilhada | cap. 001 da reprise (09/12/2024)

Cena: Festa de Volta às Aulas – Auditório da Faculdade, Dia

O auditório está cheio, com estudantes em pé, conversando e rindo animados. O sol ilumina o espaço pelas janelas. Clédjanny e Ramon estão próximos a uma mesa de bebidas, interagindo enquanto o som de vozes preenche o ambiente.

Clédjanny (com entusiasmo):
"Ramon, a sua aprovação na prova estadual foi incrível! Eu sempre soube que você ia conseguir. Você é muito dedicado!"

Ramon (sorrindo, confiante):
"Obrigado, Clédjanny. Foi uma longa caminhada, mas, no final, valeu a pena. Agora é hora de aproveitar essa conquista."

De repente, o microfone ecoa pelo auditório, chamando a atenção de todos. Margarida sobe ao palco com um sorriso malicioso, acompanhada por Vitor Lucas.

Margarida (com a voz firme):
"Boa tarde, pessoal! Nas festas de volta às aulas, eu sempre gosto de preparar surpresas para meus amigos. Mas hoje, a surpresa será diferente... É para todos vocês."

O burburinho se intensifica. Vitor Lucas pega o microfone e complementa.

Vitor Lucas (sério):
"Essa surpresa vai mudar o clima da faculdade. É algo que ninguém esperava."

Margarida (com um olhar cruel):
"Na nossa turma, temos pessoas incríveis, vindas das melhores famílias. Mas, no meio de nós, há uma mentirosa! Uma garota que fingiu ser rica, mas que, na verdade, ganhou uma bolsa para estar aqui!"

O telão atrás dela se acende, exibindo imagens de uma vila humilde, revelando onde Clédjanny mora. Risadas começam a surgir entre os estudantes. Clédjanny, parada no meio da multidão, sente as pernas fraquejarem. Ela tenta esconder o desespero, mas lágrimas começam a brotar.

Margarida (aumentando o tom, triunfante):
"Ela mora numa vila na periferia. Nem pais ela tem, porque morreram de fome. E o namorado? Um peão que trabalha nas minas da fazenda Gonçalves! Essa garota é ninguém menos que... Clédjanny Chavez!"

Os risos aumentam. Clédjanny, já em prantos, abaixa o rosto, sem saber para onde olhar. Margarida gargalha no palco, enquanto alguns estudantes aplaudem sarcasticamente.

Beth, séria, observa a cena e dá um passo à frente, enquanto Clédjanny começa a andar em direção à porta, cabeça baixa. Antes de Margarida continuar, Beth sobe ao palco e pega o microfone.*

Beth (com voz firme):
"Você foi longe demais, Margarida. Isso não foi uma surpresa, foi pura crueldade. Humilhar alguém dessa forma só mostra o quão mesquinha você é."

Margarida tenta rir, mas a seriedade de Beth a deixa desconcertada. A cena corta para outro local.


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Cena: Trabalho de Gervasto – Escritório, Dia

Em um pequeno escritório na fazenda, Gervasto conversa animadamente com Danilo enquanto termina de organizar papéis. A luz do dia entra pela janela, iluminando o ambiente.

Gervasto (com um sorriso aliviado):
"Hoje é o dia, Danilo. Vou pagar os três meses de aluguel atrasados. Nem acredito que finalmente vou conseguir resolver isso."

Danilo (com um aceno de cabeça):
"Você merece, Gervasto. Depois de todo o esforço, é bom ver as coisas entrando nos eixos."


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Cena: Rua Periférica – Dia

Sob o céu azul e o calor do dia, Clédjanny anda pelas ruas com o rosto vermelho de tanto chorar. Ela para em uma esquina e encosta-se a um muro, cobrindo o rosto com as mãos enquanto solta soluços profundos. De repente, uma voz conhecida soa próxima a ela.

Beth (gentil, mas firme):
"Clédjanny!"

Clédjanny olha para trás e vê Beth se aproximando. Sem forças para disfarçar, ela deixa as lágrimas continuarem caindo. Beth se aproxima, coloca as mãos nos ombros dela e a encara com carinho.

Beth (em tom reconfortante):
"Você não é melhor nem pior do que ninguém pelo que tem. O que importa é quem você é de verdade."

Clédjanny soluça, ainda magoada, mas o gesto de Beth traz um pequeno conforto. Ela se deixa envolver em um abraço apertado. A câmera se afasta lentamente, mostrando as duas paradas na calçada sob o céu azul. De repente, ela suspira.

Clédjanny (decidida): mas eu irei... Eu irei me vingar deles, e nunca mais deixarei eles me pisarem... Nunca mais...

Fade out e transição para o encerramento curto com dobradinha.

sábado, 14 de dezembro de 2024

Clédjanny 📿 | SURTOU! Wilson briga com sua família sobre o controle financeiro e faz Eliane chorar | Cap. 001 da reprise (09/12/2024)

 Cena: Casa de Dona Lia – Sala de Jantar, Noite

A mesa está posta com fartura, refletindo as recentes conquistas da família. Todos estão sentados ao redor, desfrutando do banquete preparado por Dona Lia, que, como sempre, ocupa a cabeceira. Matuzael, o pai de Wilson, mantém uma postura calma, enquanto Eliane, a mãe, tenta mediar o clima. Wilson, apenas 15 anos, exibe um ar arrogante. Paulo e Ohana estão mais observadores.

Eliane (com um sorriso):
"Eu queria começar dizendo o quanto estou feliz com tudo que a gente alcançou nos últimos meses. Foi um caminho difícil, mas ver nossa situação melhorar é algo que devemos comemorar."

Matuzael (com uma expressão serena):
"É verdade, Eliane. Mas, sabe, pra mim, não há nada mais importante do que as conquistas pequenas. São elas que nos fazem crescer e nos moldam todos os dias."

Wilson, que até então estava apenas ouvindo, se ajeita na cadeira com um sorriso sarcástico.

Wilson (em tom desafiador):
"Pequenas conquistas, pai? Desculpa, mas as grandes são o que realmente importam. E, sinceramente, elas validam muito mais. Cada uma tem seu valor, mas vamos combinar, as grandes são as que ficam."
(pausa, olhando para todos com ar de superioridade)
"E, por falar nisso, mesmo com meus 15 anos, quem controla o dinheiro dessa família sou eu. E vou deixar claro: vou morrer no comando."

O comentário cria um silêncio desconfortável. Matuzael lança um olhar firme para o filho, mas antes que possa dizer algo, Paulo intervém.

Paulo (repreendendo):
"Wilson, não é hora pra esse tipo de conversa. Estamos aqui pra jantar, não pra ouvir suas declarações de poder."

Wilson (com desdém, encarando o tio):
"E você, tio, quem te chamou pra opinar? Talvez devesse voltar pra capital e cuidar da família que você abandonou. Ou será que tem coragem de falar alguma coisa aqui, onde todo mundo sabe quem você é?"

Paulo se levanta abruptamente, batendo as mãos na mesa. Sua voz sai firme e cheia de raiva.

Paulo:
"Olha aqui, moleque! Você pode controlar o dinheiro, mas isso não te dá o direito de desrespeitar a sua família. Você fala como se fosse um rei, mas não passa de um garoto arrogante!"

Wilson, ainda sentado, sorri com cinismo, cruzando os braços.

Wilson (em tom provocador):
"Pelo menos eu mando em algo. Aos 15 anos, já sou alguém. Você, por outro lado, é um peso morto. Você e sua esposa só estão comendo aqui porque eu deixo."

Eliane, já aflita, tenta intervir com voz trêmula.

Eliane:
"Por favor, parem com isso! Isso não é momento pra essas discussões. Wilson, respeite a sua família!"

Wilson se vira bruscamente para a mãe, o olhar carregado de fúria.

Wilson (gritando):
"Eu já disse que ninguém vai se opor a mim, mãe! Eu mando nessa família, e quem não gostar pode ir embora. E, se alguém tentar, eu tiro o dinheiro de todos vocês!"

Matuzael se levanta lentamente, mas com firmeza. O silêncio se instala enquanto todos olham para ele. Sua voz é grave e controlada, mas há um tom de decepção.

Matuzael:
"Wilson, o que você está dizendo? Isso não é poder, é arrogância. Ser o responsável pelo dinheiro da família não te torna melhor que ninguém. Você precisa aprender a ser humilde."

Wilson, visivelmente irritado, aperta os punhos, mas não responde. Eliane, incapaz de conter suas emoções, se levanta rapidamente, chorando.

Eliane (soluçando):
"Eu... eu não posso acreditar que chegamos a esse ponto."

Ela sai correndo da sala, deixando todos em choque. Dona Lia, que permaneceu quieta durante todo o confronto, observa tudo com um olhar pesado e calculado, como se estivesse decidindo seu próximo movimento. O silêncio toma conta, e ninguém mais toca na comida.

Clédjanny 📿 | EMOCIONANTE! Gervasto fala lição de moral sobre humildade para Clédjanny! | Cap. 001 da reprise (09/12/2024)

Cena: Casa de Cledjanny e Gervasto – Quarto, noite

O ambiente é simples, mas acolhedor. Uma luz fraca ilumina o quarto enquanto Cledjanny e Gervasto se preparam para dormir. Cledjanny está sentada na beira da cama, ainda vestida com roupas da festa, olhando fixamente para o chão. Gervasto tira o paletó e o pendura cuidadosamente.

Cledjanny (com voz carregada de mágoa):
"Eu ainda não acredito que ela fez aquilo. Na frente de todo mundo, Gervasto... como se a gente fosse um lixo!"

Gervasto suspira, sentando ao lado dela. Ele coloca uma mão sobre o ombro da esposa, tentando consolá-la.

Gervasto (calmo):
"Cledjanny, não adianta remoer isso. Jamilly sempre teve o prazer de pisar nos outros. Hoje foi a nossa vez, mas isso não define quem somos."

Cledjanny (se levantando, irritada):
"Não, Gervasto! Não é só sobre ela. É sobre a humilhação que a gente passou! Eu não consigo aceitar que, mesmo sabendo que você tá se esforçando, ela nos tratou como se fôssemos vagabundos."
(pausa, olhando para ele com os olhos marejados)
"Você me disse várias vezes que ia pagar esses meses atrasados assim que recebesse o salário... e eu acreditei em você."

Gervasto (erguendo o olhar para ela, sereno):
"Porque é verdade, Cledjanny. Amanhã o salário cai. Assim que eu receber, junto com o que economizei nesses três meses, vamos pagar tudo. Acabou essa dívida."

Cledjanny se senta novamente, esfregando as mãos nervosamente. Ela tenta segurar as lágrimas, mas uma escapa silenciosamente.

Cledjanny (num tom melancólico):
"Eu só sinto muito que fomos expulsos daquela festa como se não fôssemos ninguém. Como se a nossa condição definisse nosso valor."

Gervasto pega as mãos dela, olhando diretamente em seus olhos.

Gervasto (com voz firme e reconfortante):
"Escuta aqui, meu amor. O que temos de mais precioso não é a nobreza fina, nem as aparências que gente como Jamilly adora exibir. O que temos é a nossa humildade. Isso ninguém pode tirar de nós."

Cledjanny o encara por alguns instantes, absorvendo suas palavras. Ela finalmente solta um suspiro longo e relaxa os ombros.

Cledjanny (com um sorriso fraco):
"Você sempre sabe o que dizer, não é? Como eu teria aguentado tudo isso sem você, Gervasto?"

Gervasto (sorrindo de volta):
"Porque somos uma equipe. E amanhã será um novo dia. Vamos resolver tudo, você vai ver."

Ele se levanta e puxa Cledjanny gentilmente para a cama. Ambos se deitam, abraçados, enquanto a luz fraca do quarto é apagada.

Silêncio no ambiente. Apenas o som suave do vento entrando pela janela. Cledjanny repousa a cabeça no peito de Gervasto, e ele acaricia seu cabelo até que ambos adormecem.

O quadro escurece, deixando apenas a leve iluminação da lua entrando pela janela.

Clédjanny 📿 | CRUELDADE! Clédjanny e Gervasto são humilhados na festa da vila poe Jamilly | Cap. 01 da reprise (09/12/2024)

 Cena: Aniversário da Vizinhança

Exterior, calçada do espaço de festas – Noite iluminada por luzes coloridas.

Cledjanny, vestindo um conjunto justo e sensual, caminha com confiança, segurando um bolo decorado em suas mãos. Ao lado, Gervasto, com expressão alegre, a acompanha enquanto ajusta os botões do paletó.

Cledjanny (sorrindo para Gervasto):
"Vamos fazer bonito hoje, hein? Esse bolo foi um sacrifício, mas vale cada centavo."

Gervasto (dando risada):
"Quem sabe a gente até ganha uns aplausos, né?"

Eles entram no salão. A música ao vivo para momentaneamente, e os convidados se voltam para recebê-los com sorrisos e aplausos educados. No centro do salão, Dona Leti, uma senhora elegante e carismática, abre os braços para eles.

Dona Leti:
"Finalmente, os nossos convidados especiais! Cledjanny e Gervasto, que alegria tê-los aqui. Obrigada por virem!"

Cledjanny (colocando o bolo sobre a mesa decorada):
"Imagina, Dona Leti, a gente que agradece o convite. É um prazer fazer parte desse momento tão lindo da vizinhança."

Gervasto (com um sorriso tímido):
"E o bolo é só um detalhe pra retribuir tanto carinho."

O clima é de festa. Todos se cumprimentam. Cledjanny e Gervasto começam a se sentir mais à vontade até que a porta principal se abre com um som estridente. Jamilly, uma mulher imponente, de saltos altos e vestido de luxo, surge com um olhar de superioridade. O ambiente gela por um momento.

Jamilly (andando lentamente até o casal, com voz carregada de ironia):
"Olhem só quem resolveu dar o ar da graça... Cledjanny e Gervasto! Achei que vocês estivessem ocupados pensando em como pagar o aluguel."

Os convidados trocam olhares constrangidos. Dona Leti tenta intervir, mas Jamilly ergue a mão, cortando qualquer tentativa.

Jamilly (continuando):
"Dois meses, meus queridos. Dois meses sem pagar o aluguel, mas ainda assim com tempo e dinheiro pra bolo e festa, hein?"

Cledjanny, claramente desconfortável, respira fundo, tentando manter a compostura. Gervasto abaixa a cabeça, envergonhado.

Cledjanny (calmamente):
"Jamilly, esse não é o momento nem o lugar pra isso. Estamos aqui para celebrar, assim como todos."

Jamilly (rindo com deboche):
"Celebração? Querida, quem não cumpre com suas obrigações não tem direito de celebrar nada."

O silêncio no salão é constrangedor. Cledjanny pega na mão de Gervasto, tentando se retirar com dignidade.

Dona Leti (tentando aliviar a situação):
"Vamos todos nos acalmar. Isso aqui é uma festa, nada de desavenças."

Jamilly (cruzando os braços, triunfante):
"Claro, Dona Leti, eu só estava lembrando nossos amigos que a festa acaba, mas as dívidas ficam."

Cledjanny lança um último olhar de desapontamento para os convidados, alguns visivelmente desconfortáveis com a cena. Ela e Gervasto saem do salão sem dizer mais nada.

Exterior, calçada do espaço de festas – Noite.

Gervasto (com voz trêmula):
"Me desculpa, Cledjanny. Eu devia ter feito algo..."

Cledjanny (com um suspiro pesado):
"Não é sua culpa, Gervasto. Vamos resolver isso. E um dia, eu juro, vamos voltar pra essa festa de cabeça erguida."

Eles caminham juntos, desaparecendo na rua enquanto as luzes da festa brilham ao fundo.

PC - Capítulo 02

  Pobre Clara - Capítulo 02 Web Novela Faixa das Seis Autor: Lucas Gustavo Supervisão de Texto: Tais Grimaldi [LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS]...